Quando a cortina se abriu tocada pela brisa
E o teu belo rosto apareceu
ao lado do abajur na cor âmbar.
Assustei-me.
Ao olhar-te de pé naquele recinto
Com o chão de madeira escura,
Senti o vazio do momento.
Percebi que aquele lugar,
aquele tempo
E aquele espaço
tornou-se desconhecido.
Ficou tudo na estranheza
De um final de tarde primaveril.
Estavas com o semblante pálido.
Olhar frio como a neve.
Ao perceberes que invadistes
o meu espaço,
Sorristes
como se aquele sorriso
Dissesse tudo que o momento precisava.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Mudanças...Rita Padoin
Quando o passado se romper e as certezas do caminho
Começarem a se fundir com os caminhos do destino
Os atalhos se abrirão dando o enfoque
O Sol ultrapassará as cortinas pálidas da sala de estar
E as paredes iluminarão dando o ar de clareza.
As grandes e velhas janelas do casarão
Incrustado nas matas fechadas
Abrir-se-ão e o ar entrará cobrindo cada canto
Quando as mãos do tempo cobrir os restos do inverno
A música começará a tocar seu hino.
Sinto cheiro de mudanças.
Sinto o odor de um passado
Ficando cada vez mais longe
São as tardes de um inverno longo
Se despedindo e as noites primaveris abrindo
As portas do tempo adentrando-se.
A música toca alegremente
São músicas dos anos 80
Que embalaram os grandes salões iluminados.
A nostalgia marcou presença
É a mistura do passado com o presente
Deixando o tempo embalar o momento.
Começarem a se fundir com os caminhos do destino
Os atalhos se abrirão dando o enfoque
O Sol ultrapassará as cortinas pálidas da sala de estar
E as paredes iluminarão dando o ar de clareza.
As grandes e velhas janelas do casarão
Incrustado nas matas fechadas
Abrir-se-ão e o ar entrará cobrindo cada canto
Quando as mãos do tempo cobrir os restos do inverno
A música começará a tocar seu hino.
Sinto cheiro de mudanças.
Sinto o odor de um passado
Ficando cada vez mais longe
São as tardes de um inverno longo
Se despedindo e as noites primaveris abrindo
As portas do tempo adentrando-se.
A música toca alegremente
São músicas dos anos 80
Que embalaram os grandes salões iluminados.
A nostalgia marcou presença
É a mistura do passado com o presente
Deixando o tempo embalar o momento.
sábado, 2 de novembro de 2013
Quero Capturar...Rita Padoin
Quero capturar o vento
O vento leve que beija meu corpo e traz noticias tuas.
Quero capturar o tempo, o presente,
O sol de primavera, o teu sopro inusitado,
Os teus lindos verbos de amor.
Quero capturar cada gota de orvalho,
Cada gota suor que desliza em nas tuas curvas
Quero capturar o calor que sinto quando te vejo
Quero capturar a felicidade que vive
Solta no ar com suas incógnitas.
Quero capturar e captar o que é invisível.
O que está nas tuas mãos,
Nos teus pensamentos, nos teus olhos, na tua alma.
O que é para ser o agora me foge entre os dedos.
Quero capturar o que é meu.
Minha dúvida, meu paradeiro, meu instante,
Minha tresloucada busca do que me deixa bem.
Não há nada que me capture e me prenda.
Sou leve e transparente como a água
Que escorre entre as pedras da cachoeira
Não sou de ninguém, sou uma ave invisível.
Sigo meu curso sem que nenhum obstáculo me segure...
O vento leve que beija meu corpo e traz noticias tuas.
Quero capturar o tempo, o presente,
O sol de primavera, o teu sopro inusitado,
Os teus lindos verbos de amor.
Quero capturar cada gota de orvalho,
Cada gota suor que desliza em nas tuas curvas
Quero capturar o calor que sinto quando te vejo
Quero capturar a felicidade que vive
Solta no ar com suas incógnitas.
Quero capturar e captar o que é invisível.
O que está nas tuas mãos,
Nos teus pensamentos, nos teus olhos, na tua alma.
O que é para ser o agora me foge entre os dedos.
Quero capturar o que é meu.
Minha dúvida, meu paradeiro, meu instante,
Minha tresloucada busca do que me deixa bem.
Não há nada que me capture e me prenda.
Sou leve e transparente como a água
Que escorre entre as pedras da cachoeira
Não sou de ninguém, sou uma ave invisível.
Sigo meu curso sem que nenhum obstáculo me segure...
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Quando...Rita Padoin
Quando olho dentro dos teus olhos
Vejo apenas tristeza, desilusão e amargura
Quando olho dentro da tua alma
Oh! Quanta dor guardas dentro de ti
Sem certeza diante da certeza da vida.
Quando tento interromper
O lacre das tuas incertezas
Tudo se mistura deixando apenas
O véu transparente cobrir
Teus lindos olhos amadeirados
É inicio de setembro
O teu perfume se mistura ao da estação
Que sorri alegremente
Não percebes? É primavera chegando
Ela veio ao teu encontro.
Teu presente está preso há um passado
Inexistente num período de ilusões
Quando o teu passado desfalecer
Nas entranhas do teu presente
O caminho abrirá uma fenda para o futuro...
Vejo apenas tristeza, desilusão e amargura
Quando olho dentro da tua alma
Oh! Quanta dor guardas dentro de ti
Sem certeza diante da certeza da vida.
Quando tento interromper
O lacre das tuas incertezas
Tudo se mistura deixando apenas
O véu transparente cobrir
Teus lindos olhos amadeirados
É inicio de setembro
O teu perfume se mistura ao da estação
Que sorri alegremente
Não percebes? É primavera chegando
Ela veio ao teu encontro.
Teu presente está preso há um passado
Inexistente num período de ilusões
Quando o teu passado desfalecer
Nas entranhas do teu presente
O caminho abrirá uma fenda para o futuro...
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Teus Olhos...Rita Padoin
Quando olho dentro dos teus olhos,
Registro como uma câmera fotográfica
O teu lindo rosto sereno.
Guardo dentro de mim cada detalhe
Desta imagem que meus olhos analisaram.
Tua imagem fica tão bem registrada
Que mesmo que eu não queira,
Não tem como tirá-la.
São momentos tão intensos
Que o registro não se apagará.
Os momentos ficam e a saudades também.
Fica impossível recuar quando o pensamento
Nutre dentro do casulo este belo momento.
É como o verde dos campos sem fim.
O tom amadeirado do outono
Exalando todo o seu aroma nas manhãs.
Reflete em mim o doce sabor da estação
Que deixa saudade das lembranças que passou.
Assim é a tua imagem...
Quando registrada na minha lembrança.
Todos os pequenos detalhes que são captados e
Registrados deixando belas e intensas recordações...
Registro como uma câmera fotográfica
O teu lindo rosto sereno.
Guardo dentro de mim cada detalhe
Desta imagem que meus olhos analisaram.
Tua imagem fica tão bem registrada
Que mesmo que eu não queira,
Não tem como tirá-la.
São momentos tão intensos
Que o registro não se apagará.
Os momentos ficam e a saudades também.
Fica impossível recuar quando o pensamento
Nutre dentro do casulo este belo momento.
É como o verde dos campos sem fim.
O tom amadeirado do outono
Exalando todo o seu aroma nas manhãs.
Reflete em mim o doce sabor da estação
Que deixa saudade das lembranças que passou.
Assim é a tua imagem...
Quando registrada na minha lembrança.
Todos os pequenos detalhes que são captados e
Registrados deixando belas e intensas recordações...
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