Ainda não te conheci a fundo.
Apenas nos conhecemos
Sem apresentação.
Foi o acaso que te trouxe.
Foi no mês de março
Quase no final da estação.
Estavas vestido de branco.
No teu semblante
Toda a certeza.
Vieste na minha direção
Sorridente e feliz.
Surpreenda-me com teu sorriso
Vem baby, chega mais perto
Quero te dizer muitas coisas
Que guardei para o momento certo
Quando nossos olhares se cruzaram
Vi um caminho sem volta
Deixa-me dizer as razões de estarmos assim
Deixa-me apresentar minhas intenções
Vem querido aqueça-me
Você é um anjo que apareceu sem avisar
A vida te trouxe nos seus braços
E me entregou sem dizer uma única palavra
Apenas deu um aceno de adeus
Deixando apenas ao acaso
Vem baby, mais perto
Quero sentir teu coração
Vem baby, nosso destino foi traçado
Somos agora dois num só
Ouça a nossa canção.
As estrelas sorriram ao ver-te
Foi um momento de celebração
Oh! Baby você nunca mais vai chorar
Talvez seja um momento de brindar
Encosta teu peito no meu e sinta o meu coração.
Rita Padoin
domingo, 7 de junho de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
Quando escrevemos entramos em contato com a plenitude do universo e nos perdemos nas estradas infinitas. Viajamos entre as encostas sem que as horas nos alcancem. Escrevemos porque é uma forma que encontramos de tocar suavemente o coração das pessoas. Rita Padoin
https://www.facebook.com/ritapadoinpoeta
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
O ACENO DA NOITE
Debruço-me nas encostas da madrugada, espero o amanhecer.
A noite abriu os braços, acenou de forma carinhosa,
Todos os meus infortúnios se foram.
Adormeci no colo da saudade.
Os sonhos interpretaram cada fase da minha conquista.
As coisas belas e preciosas duram tão poucos,
Depois que se vão não voltam mais.
Se não agarrarmos, elas evaporam e nem percebemos.
Todos os dias, hasteio minha bandeira.
Viajo deslizando pelos mares revoltos.
Os dias passam e a ansiedade também.
O relâmpago arranhou o céu com suas unhas grandes,
Deixou um zigue-zague como símbolo de sua chegada.
As janelas trepidaram com as rajadas do vento.
Gosto de sentir meu coração bater de medo.
Assim que tudo passou e o céu voltou a ser azul
Meu coração se calou. Ouvi apenas passos vindos da rua
Espiei entre os vidros e as nuvens ameaçadoras se foram
Ficou apenas o tempo me fazendo companhia.
Rita Padoin
https://www.facebook.com/ritapadoinpoeta
A noite abriu os braços, acenou de forma carinhosa,
Todos os meus infortúnios se foram.
Adormeci no colo da saudade.
Os sonhos interpretaram cada fase da minha conquista.
As coisas belas e preciosas duram tão poucos,
Depois que se vão não voltam mais.
Se não agarrarmos, elas evaporam e nem percebemos.
Todos os dias, hasteio minha bandeira.
Viajo deslizando pelos mares revoltos.
Os dias passam e a ansiedade também.
O relâmpago arranhou o céu com suas unhas grandes,
Deixou um zigue-zague como símbolo de sua chegada.
As janelas trepidaram com as rajadas do vento.
Gosto de sentir meu coração bater de medo.
Assim que tudo passou e o céu voltou a ser azul
Meu coração se calou. Ouvi apenas passos vindos da rua
Espiei entre os vidros e as nuvens ameaçadoras se foram
Ficou apenas o tempo me fazendo companhia.
Rita Padoin
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
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