Talvez a espera não seja tão desastrosa.
Assim que a lua retornar, com toda e sua exuberância,
Marcaremos nosso encontro.
Sei que parece um pouco fora do comum,
Mas, é assim que deve ser.
Nada é certo, tudo tem uma pitada de mistério.
Assim é a vida.
Cheia de embarques e desembarques,
De paixões, de amores e desamores.
Não temos nenhum compromisso, tudo ficou nas entrelinhas.
Talvez o tempo traga a tona um passado que desconhecemos
Ou um presente que não imaginamos
E então tiraremos nossas próprias conclusões.
Tudo é inacabado e com uma dose bem generosa de imaginação.
Portanto, não seja bem como deve ser.
Seja assim, sem compromissos, sem agendas, sem destino.
A música inspira o coração dos que agem sem se importar com o amanhã.
É a liberdade de fazer o se tem vontade
Esta liberdade deixa sem pendências com a vida.
Rita Padoin
https://www.facebook.com/ritapadoinpoeta
domingo, 1 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
A vida é feita de pequenos detalhes e só se tornarão grandes se estivermos atentos e eles. Rita Padoin
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
Ilumine-me
Ilumine-me
A noite está tão escura
E as estrelas adormecidas.
Ilumine-me
Mesmo que tudo pareça tão obscuro.
Mesmo que o medo me domine
Mesmo que tudo pareça assombroso,
Mesmo que a madrugada se apresse abocanhando o silêncio.
O teu brilho me aquecerá
Ilumine-me,
O teu brilho me aquecerá
Vem velar meu momento
Aqueça-me e traga o bálsamo da primavera
Ilumine-me
Diga-me o que preciso ouvir, devagarzinho.
Sem muita pressa
E leve-me ao destino incerto.
Rita Padoin
https://www.facebook.com/ritapadoinpoeta
A noite está tão escura
E as estrelas adormecidas.
Ilumine-me
Mesmo que tudo pareça tão obscuro.
Mesmo que o medo me domine
Mesmo que tudo pareça assombroso,
Mesmo que a madrugada se apresse abocanhando o silêncio.
O teu brilho me aquecerá
Ilumine-me,
O teu brilho me aquecerá
Vem velar meu momento
Aqueça-me e traga o bálsamo da primavera
Ilumine-me
Diga-me o que preciso ouvir, devagarzinho.
Sem muita pressa
E leve-me ao destino incerto.
Rita Padoin
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
Oblação...
O vinho molhará meus lábios
Em noite de homenagem a ela
Rainha e sutil como a esfinge
No negror da noite surge
Retalhando o céu intensamente
Abocanhando olhares admiradores
No tilintar das taças os sons
Acordam as ninfas adormecidas
Enlouquecendo os espíritos naturais
Das matas onde as divindades habitam
Tomando variedades de formas
Das forças elementares da natureza
Regando as lágrimas dos céus
Fonte inesgotável de beleza
As tribos da antiguidade agradecem
A alma que dá a inspiração para gorgolejar
Vocábulos vaidosos que dançam
Nas linhas atrevidas de um pergaminho.
Rita Padoin
https://www.facebook.com/ritapadoinpoeta
Em noite de homenagem a ela
Rainha e sutil como a esfinge
No negror da noite surge
Retalhando o céu intensamente
Abocanhando olhares admiradores
No tilintar das taças os sons
Acordam as ninfas adormecidas
Enlouquecendo os espíritos naturais
Das matas onde as divindades habitam
Tomando variedades de formas
Das forças elementares da natureza
Regando as lágrimas dos céus
Fonte inesgotável de beleza
As tribos da antiguidade agradecem
A alma que dá a inspiração para gorgolejar
Vocábulos vaidosos que dançam
Nas linhas atrevidas de um pergaminho.
Rita Padoin
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terça-feira, 13 de maio de 2014
Encontramos o estado perfeito das coisas na profundidade da alma. Rita Padoin
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sábado, 3 de maio de 2014
Lembranças
O vidro da janela de onde olho é fosco
Mal posso ver a paisagem lá fora
O grito sufocado continua calado.
Dentro de quatro paredes continuo a olhar
As estações passando sem nada dizer
Os vãos entre as janelas me dão a visão
Do pouco que consigo enxergar
Apenas observo com olhar vago o tempo e
A paisagem me dá de presente o colorido exuberante
Em cada centímetro há o entender das circunstâncias.
A nostalgia invade o momento
E sobre a janela o passado retorna
Contando às histórias que ficaram guardadas
Num momento de grandes inspirações
E que hoje são relembradas com carinho...
Rita Padoin
https://www.facebook.com/ritapadoinpoeta
Mal posso ver a paisagem lá fora
O grito sufocado continua calado.
Dentro de quatro paredes continuo a olhar
As estações passando sem nada dizer
Os vãos entre as janelas me dão a visão
Do pouco que consigo enxergar
Apenas observo com olhar vago o tempo e
A paisagem me dá de presente o colorido exuberante
Em cada centímetro há o entender das circunstâncias.
A nostalgia invade o momento
E sobre a janela o passado retorna
Contando às histórias que ficaram guardadas
Num momento de grandes inspirações
E que hoje são relembradas com carinho...
Rita Padoin
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