A tarde cai calmamente
Deixando saudades do dia que passou
A certeza do momento
Deixa a incerteza do presente
Que passou a ser passado...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Balanço da Rede ...Rita Padoin
Diante de mim a rede balança
Ali está o segredo dos dias de verão
Suas madeixas alvas deixam a mostra
Os trabalhos das mulheres rendeiras
O gato observa o balançar da rede
Acariciado pelas mãos de sua dona
Rosna agradecendo as caricias
Um sorriso nos lábios a dona fica...
Tarde de sexta feira
As nuvens encobrem o sol deixando
O dia nublado e com cara de triste
O gato e dona adormecem...
Ali está o segredo dos dias de verão
Suas madeixas alvas deixam a mostra
Os trabalhos das mulheres rendeiras
O gato observa o balançar da rede
Acariciado pelas mãos de sua dona
Rosna agradecendo as caricias
Um sorriso nos lábios a dona fica...
Tarde de sexta feira
As nuvens encobrem o sol deixando
O dia nublado e com cara de triste
O gato e dona adormecem...
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Nômade...
A vida passa e o incompreendido chora
Pelas ruas o andarilho some
Intensamente busca o que perdeu
Sem saber que achou
Nada entenderá sem ser compreendido
Compreendendo se perderá
Nas buscas e buscas
Como nômade pairando nos cantos do mundo...
O incompreendido chora
Á inexistência do palpável
Pela terra escorre entre os dedos
Os sonhos perdidos pela lembrança...
Pelas ruas o andarilho some
Intensamente busca o que perdeu
Sem saber que achou
Nada entenderá sem ser compreendido
Compreendendo se perderá
Nas buscas e buscas
Como nômade pairando nos cantos do mundo...
O incompreendido chora
Á inexistência do palpável
Pela terra escorre entre os dedos
Os sonhos perdidos pela lembrança...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Talvez...Rita Padoin
Talvez nada tenha a importância
do tamanho da minha audácia
talvez tudo não passa de imaginação
mesmo assim tudo é dilúcido
da soleira o espero pacientemente
o frio do granito gela os pés
o cobertor aquece meu corpo
mas não meu coração...
Rompo as palavras que tenta sair
guardo-as no intimo da noite
quando o silencio pernoita
criteriosamente deito e adormeço
do tamanho da minha audácia
talvez tudo não passa de imaginação
mesmo assim tudo é dilúcido
da soleira o espero pacientemente
o frio do granito gela os pés
o cobertor aquece meu corpo
mas não meu coração...
Rompo as palavras que tenta sair
guardo-as no intimo da noite
quando o silencio pernoita
criteriosamente deito e adormeço
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Linha Tênue...Rita Padoin
Entre o céu e o mar paira o silêncio
Na linha que quebra a imensidão horizontal
A lúgubre rapta o resto do dia
A noite abocanha o momento
O silêncio rompe a madrugada
Aos sons evocados do amor
As palavras soltas misturam-se
Diversificando os sinônimos apaixonados
A noite despede-se lentamente
O clarão invade o resto da madrugada
Que silenciosamente adormece
No leito da mãe natureza...
Na linha que quebra a imensidão horizontal
A lúgubre rapta o resto do dia
A noite abocanha o momento
O silêncio rompe a madrugada
Aos sons evocados do amor
As palavras soltas misturam-se
Diversificando os sinônimos apaixonados
A noite despede-se lentamente
O clarão invade o resto da madrugada
Que silenciosamente adormece
No leito da mãe natureza...
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