segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Ecos...Rita Padoin
O vento agita a relva e as sombras densas da noite
pesa sobre imaginações fantasmagórica
mil olhos a percorrer na sombria mata negra
aparentemente a percepção do perigo
medos e espantos...ecos engolindo
o córrego murmura seguindo seu rumo
ouço seu gemido e sigo seu destino
pelo verdejante vale estendido na imensa floresta
o sol acorda refletindo na água límpida
seus raios luminosos e quentes...
a trilha é forrada com flores
espalhando perfume, magia e encanto
o assovio dos pássaros anuncia o inicio
do dia que acaba de acordar de sonhos esperados
vem, luzindo o caminho...
pesa sobre imaginações fantasmagórica
mil olhos a percorrer na sombria mata negra
aparentemente a percepção do perigo
medos e espantos...ecos engolindo
o córrego murmura seguindo seu rumo
ouço seu gemido e sigo seu destino
pelo verdejante vale estendido na imensa floresta
o sol acorda refletindo na água límpida
seus raios luminosos e quentes...
a trilha é forrada com flores
espalhando perfume, magia e encanto
o assovio dos pássaros anuncia o inicio
do dia que acaba de acordar de sonhos esperados
vem, luzindo o caminho...
sábado, 17 de julho de 2010
Inverno...Rita Padoin
Como é majestoso contemplar
os horizontes nevados e alvos
da janela me concentro na sua bruma
enquanto meu corpo é aquecido
pelo fogo intenso da lareira que atrás de mim
flameja incessantemente
densa é a alma que não das inspiração
quando sento para aqui transpor
o que vejo diante dos meus olhos
palavras...são só palavras, nada mais
diante do que meus olhos vêem
naquele mágico momento cândido
o inverno chegou e as rosas feneceram
tudo alvo ficou de repente
agasalhamos nossos corpos e ficamos
a espera da primavera que logo chegará
trazendo com ela as rosas de volta
e nosso jardim dar vida novamente...
os horizontes nevados e alvos
da janela me concentro na sua bruma
enquanto meu corpo é aquecido
pelo fogo intenso da lareira que atrás de mim
flameja incessantemente
densa é a alma que não das inspiração
quando sento para aqui transpor
o que vejo diante dos meus olhos
palavras...são só palavras, nada mais
diante do que meus olhos vêem
naquele mágico momento cândido
o inverno chegou e as rosas feneceram
tudo alvo ficou de repente
agasalhamos nossos corpos e ficamos
a espera da primavera que logo chegará
trazendo com ela as rosas de volta
e nosso jardim dar vida novamente...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
ONIPOTENTE
Os Deuses ajoelham-se diante de ti
Onipotente, avassalador e justiceiro.
Mostrando o dorso calmamente
Se atreve a plasmar sua simetria.
Divindade imortal e soberano.
Teus olhos admiram cada centímetro
Das métricas fogosas do poder cósmico
Da amplitude e profundidade da alma
A vaidade insaciável do meu intelecto
Busca entender a proporção da beleza
Desigual que diante de mim apareces
Astro rei coroado de ternura e encanto.
Autora: Rita Padoin
Onipotente, avassalador e justiceiro.
Mostrando o dorso calmamente
Se atreve a plasmar sua simetria.
Divindade imortal e soberano.
Teus olhos admiram cada centímetro
Das métricas fogosas do poder cósmico
Da amplitude e profundidade da alma
A vaidade insaciável do meu intelecto
Busca entender a proporção da beleza
Desigual que diante de mim apareces
Astro rei coroado de ternura e encanto.
Autora: Rita Padoin
domingo, 4 de julho de 2010
Livro da vida...
No livro da vida fábulas são narradas
de momentos vividos intensamente
através dos poemas busca-se historias
experimentos aleatórios
num vocábulo rebuscado
cada qual fazem parte de vivências mágicas
cada folha, cada linha, cada página
fica as métricas fogosas interessantes
ao serem decifradas cuidadosamente
nas imaginações férteis do mensageiro alado...
de momentos vividos intensamente
através dos poemas busca-se historias
experimentos aleatórios
num vocábulo rebuscado
cada qual fazem parte de vivências mágicas
cada folha, cada linha, cada página
fica as métricas fogosas interessantes
ao serem decifradas cuidadosamente
nas imaginações férteis do mensageiro alado...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Tributo...Rita Padoin
O pensamento dissipa-se ilimitado
como se te prestasse um tributo da paixão
no vento querem cantar teu nome com suas folhas
rumo ao teu coração busco
entrelaçar um séquito de fantasia
brota no poente o sol amarelado
da janela o contemplo astro rei
sábia é a língua capaz de te louvar
tanta beleza no longínquo abismo
onde o silêncio retalha os ruídos
uma fração de mim habita dentro de ti
igual ao córrego vertente que escorre
no vale intenso do meu querer
as rosas carregadas do orvalho
ofertando seu bálsamo cobiçável...
como se te prestasse um tributo da paixão
no vento querem cantar teu nome com suas folhas
rumo ao teu coração busco
entrelaçar um séquito de fantasia
brota no poente o sol amarelado
da janela o contemplo astro rei
sábia é a língua capaz de te louvar
tanta beleza no longínquo abismo
onde o silêncio retalha os ruídos
uma fração de mim habita dentro de ti
igual ao córrego vertente que escorre
no vale intenso do meu querer
as rosas carregadas do orvalho
ofertando seu bálsamo cobiçável...
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