Entre o bem e o mau existe uma linha – ainda que
invisível, ainda que silenciosa. É sobre ela que caminhamos, muitas vezes sem
perceber, equilibrando sentimentos, escolhas e intenções.
Essa linha possui o poder de nos conduzir ao
equilíbrio emocional que tanto buscamos. Tudo é dualidade, mas, entre esses
dois extremos, existe um instante precioso: o da reflexão. Quando paramos para
refletir, suspendemos as turbulências e conseguimos enxergar que há, sim, um
ponto sem nó.
Nossos passos definem a nossa direção, seja ela voltada
ao bem ou ao mau. Há em nós o poder de decifrar qual caminho seguir. Os
caminhos podem ser invisíveis, mas nossas decisões se tornam concretas – e é
nelas que reside a responsabilidade da escolha.
Entre o bem e o mau, há uma escola silenciosa, onde
a vida se apresenta como mestra. Há um propósito que sustenta nossos passos. O
crescimento e o desenvolvimento nascem de decisões que tomamos – sejam elas
guiadas pela luz ou pela sombra.
Ambos os caminhos nos conduzem a um mesmo destino. No
entanto, é a escolha que fazemos que determina se a jornada será mais breve e
promissora, ou longa e marcada pelo sofrimento.
Rita Padoin

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