quarta-feira, 1 de abril de 2026

Entre Olhares e Silêncios

Quando os olhares se comunicam, há uma mistura de imaginação e entendimento. Entre as paredes invisíveis nasce um reconhecimento de alma – um encontro silencioso que mantém, quase aprisionado, aquilo que descobrimos dentro de nós.

 

São histórias vividas que, de alguma forma, se reencontraram no tempo. Não é preciso toque, mas de sentir – conectar-se, entregar-se. Esse sentir é desconhecido e invisível aos olhos alheios, mas para aqueles que se reconhecem, torna-se algo naturalmente visível.

 

Quantas vidas, quantos anos, quantas vivências são necessárias para que esse momento aconteça? Impossível saber.

 

A conexão é sutil. Tão sutil que, se não estivermos preparados, passa despercebida.

 

Por isso, é preciso estar atento – aos acontecimentos, aos encontros, aos sinais do universo. Só assim conseguimos compreender o que, muitas vezes, não se explica...apenas se sente. 

Rita Padoin

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